Passando pra tira a poeira, aproveito pra postar alguns renders daquele projeto de animação! lembra?!!!! O projeto está em standby devido as aulas. Mas já tem alguns teste de renderização.
A algum tempo, quando descobri que aprender animação não é necessariamente aprender a trabalhar com um software, vasculhei a internet em busca de algo que pudesse me ajudar com a animação propriamente dita (no Brasil não existe mais do que 2 ou 3 livros sobre o assunto). Foi então que encontrei o site Larry’s Toon Institute que possui uma serie de lições de animação ideais pra quem esta começando.
Foi um achado! Os exercícios são bem superficiais, o que não é um problema, porque assim o leitor fica livre para aprofundar-se nos exemplos, buscando resolver os problemas por conta própria.
Um bom exemplo está na lição inicial (Bouncing Ball) onde são apresentados alguns princípios básicos da animação (trajetória; Squash e Stretsh; aceleração etc). Entendendo os princípios, o aspirante à animador pode criar algumas variações, explorando formas e pesos diferentes.
(não vou reproduzir a lição aqui, portanto recomendo que o leitor faça o exercício no site indicado, antes de partir para essas variações)
A lição inicial, como mostrada no site:
Pode ser repetida, variando a direção:
Ou o peso:
No próximo post, vamos ver algumas variações na forma.
Essa imagem nasceu como trabalho final da disciplina de Processos de Impressão. A idéia seria partir de uma imagem produzida no processo de xilogravura e criar desdobramentos aplicáveis ao design contemporâneo.
Confesso que encarei o estudo dos processos de impressão por gravura (monotipia, xilogravura, colagraf etc) com bastante resistência. Não entendia o porquê de “ficar dias escavando madeira” para imprimir uma imagem através de métodos já ultrapassados.
Tentar trazer essas imagens para um contexto do design atual foi um desafio que enriqueceu o meu vocabulário visual. Mas a maior contribuição desse trabalho com certeza esta na vitória sobre meu preconceito. Entender que experimentar todos os métodos de criação pode fazer a diferença entre uma produção inovadora e um design chato e previsível. Uma lição que não tem preço.